Venda de acessórios para cultivo, dicas de cultivo, informações sobre plantas e exposições locais e regionais
Associações Orquidófilas
quarta-feira, 4 de abril de 2012
C. gutata semi-alba ''Gnomos x Lisa Carmolino''
Cattleya guttata Lindl., Edwards's Bot. Reg. 17: t. 1406 (1831).Originaria do Brasil, é uma das bifoliadas mais admiradas e no entanto comum, talvez seja seu extremo perfume. Se cultiva bem em clima temperado, com oito meses, no mínimo, em que a média térmica é menor que 20°C, além de diferenças sensíveis de temperatura quanto as quatro estações do ano. 50% de sombreamento, tem o tamanho aproximado de 50 cm, com flores de 10 cm de diâmetro, florindo no verão. Suas flores geralmente tem pintas, com exceção das variedades alba e semi-alba . Se abre em cacho multifloral, suas flores duram até 30 dias, cultiva-se bem em vaso de barro, cachepô ou vaso de plástico,com substrato misto (Fibra de coco, pínus, carvão, Chips de Coco e sphagnum )seu cultivo é considerado fácil.
Sinônimos
Cattleya elatior Lindl., Gen. Sp. Orchid. Pl.: 117 (1833).
Cattleya guttata f. munda (Rchb.f.) M.Wolff & O.Gruss, Orchid. Atlas: 59 (2007).
Cattleya guttata var. caerulea L.C.Menezes, Bol. CAOB 5(1): 22 (1993).
Cattleya guttata var. elatior (Lindl.) Fowlie, Braz. Bifol. Cattleyas: 105 (1977).
Cattleya guttata var. munda Rchb.f., Gard. Chron., III, 4: 378 (1898).
Cattleya guttata var. pernambucensis Rodigas, Ill. Hort. 40: 91 (1893).
Cattleya leopoldii subsp. pernambucensis Brieger in ?.
Cattleya sphenophora C.Morren, Ann. Soc. Roy. Agric. Gand 4: 17 (1848).
Epidendrum amethystoglossum Rchb.f. in W.G.Walpers, Ann. Bot. Syst. 6: 319 (1861).
Epidendrum elatius (Lindl.) Rchb.f. in W.G.Walpers, Ann. Bot. Syst. 6: 319 (1861).
segunda-feira, 2 de abril de 2012
IX Exposição Regional de Orquídeas em Carandaí
Realizou-se entre os dias 31 de Março e 1° de Abril de 2012, IX Exposição Regional de Orquídeas em Carandaí, que contou com a presença das seguintes associações. Associação Orquidófila de Carandaí-MG,
Associação Orquidófila de Conselheiro Lafaiete-MG,
Associação Orquidófila de Congonhas-MG,
Círculo Orquidófilo de Juiz de Fora-MG,
Orquidófilos de Barbacena-MG,
Associação Orquidófila Cataguasense-MG,
Associação Orquidófila de Betim-MG e
Círculo Orquidófilo de Santos Dumont-MG. As plantas foram premiadas nas categorias melhor espécie nacional, melhor espécie estrangeira, melhor C. loddigesii, melhor oncidium, melhor espécie híbrido, melhor micro-orquídeas, melhor botânica, melhor espécie e orquidófilo Carandaí. Seguem abaixo as plantas premiadas e fotos do evento.
1º lugar espécie nacional- Miltonia clowesi
2º lugar melhor espécie nacional- C. bicolor
3º lugar melhor espécie nacional C. walkeriana tipo
1º lugar melhor espécie estrangeira - Paphiopedilum insigne '' Maudiae albino''
2º lugar melhor espécie estrangeira- Dendrochilum uncatum
3º lugar melhor espécie estrangeira- Encyclea prismatocarpum
1º lugar melhor C. loddigesii
2º lugar melhor C. loddigesii
3º lugar melhor C. loddigesii
1º lugar melhor oncidium- Oncidium crispum albino
2º lugar melhor oncidium -Psychopsi papilio
3º lugar melhor oncidium - Oncidium crispum
1º lugar melhor híbrido- Blc Alma Kee ''trip malee''
2º lugar melhor híbrido- Ascocenda Tristar Gold '' Gold Stars''
3º lugar melhor híbrido-Blc. Goldenzelle ''lemom chiffon''
1º lugar melhor micro-orquídea- Pleurothallis sp
2º lugar melhor micro-orquídea- Pleurothallis limbralifólia
3º lugar micro-orquídea- Ornithophora radicans
1º lugar orquidófilo Carandaí- Zygopetalum maxillare
2º lugar orquidofilo Carandaí- Coelogyne ovalis
3º lugar orquidofilo Carandaí- Blc
Melhor botânica- Ornitophora- Ornitophora radicans
Melhor espécie-C. walkeriana tipo ''Airoca''
sexta-feira, 30 de março de 2012
Floração março 2012
C. bicolor
C. bicolor
C. forbesi
C. walkeriana Daina Wenzel X Arora platanda em casca de peroba. Foi plantada a quatro meses e já está bem enraizada.Credito que o melhor tutor para C. walkeriana seja a casca de peroba rosa.
domingo, 18 de março de 2012
Pragas e doenças- parte 6
Lesmas e Caracóis
Nossas orquídeas e plantas são atacadas por esses moluscos, principalmente nos botões florais e na ponta das raízes, causando-lhes enormes prejuízos.
COMBATE: Usar mata-lesmas sempre em ambiente secos. Usando-se iscas noturnas de fatias de mandioca ou chuchu, folhas de alface, farelinho misturado com arseniato.
Pragas e doenças -parte 5
“Vespinha Negra” - Eurytoma orchidearum (West.)
Ataca os brotos,pseudobulbos novos e rizomas, e raízes que conduzem, tudo isso quando inseto esta ainda em fase larval. provocando deformações nas bases e morte das partes atacadas.
Esses brotos apresentam deformações (inchaços), no interior dos quais evoluem as larvas da Vespinha Negra.Quando pa ataque esta muito avançado, percebe-se nas folhas um aspecto desidratado ou com fungo Fusarium, o que confunde o cultivador, que passa a rega-la mais, provocando a morte da mesma por água em excesso.
COMBATE: Inseticida sistêmico que penetra na seiva da planta. Podemos também combatê-las colocando uma bacia com água e óleo no meio das plantas atacadas e ascendendo uma lâmpada sobre essa bacia. Durante a noite as vespinhas voam e caem dentro da água.
Coelogyne graminifolia
Coelogyne é Gênero asiático com cerca de 170 espécies, substrato que retenha um pouco de umidade por maior tempo.Floresce no inverno e primavera com flores de 3 a 4cm em hastes pendentes de 15 a 20cm.Aroma forte e até desagradáveis.
Sombreamento 50% e de fácil cultivo.
Planta:
Uma planta epífita, ou às vezes humícolas. Os pseudobulbos são em geral, ovóides a cônicos de 5-12 cm de altura, portando normalmente duas folhas lanceoladas e coriáceas. Inflorescências nascem na base dos pseudobulbos recém formados, pendentes com numerosas flores esbranquiçadas, podendo apresentar também nas cores mais rosadas ou mais creme. Muito confundida com a Coelogyne tomentosa.
Como toda Coelogyne necessita de muita água.
Procedência:
Nativa de floresta de clima temperado do Nepal, Norte da Índia / Sul da China, Mianmá, Láos e Tailândia.
Época de floração:
No Brasil ocorre no final do verão.
As flores abrem simultaneamente e possuem um forte cheiro cítrico, muitas pessoas acham que o cheiro é parecido com o da urina de vaca ou coisa parecida.
Substrato:
Suportam quaisquer tipos de substratos, mesmos aqueles que já estão ácidos. Use os que conservem bastante umidade, que permitam grande aeração e que proporcione ótima drenagem.
Uma alternativa que pode ser usado é a Fibra de coco misturado com casca de pinus, porem deve ser suplementado com mais fertilizantes (uso racional).
Iluminação:
Durante o inverno fornecer o máximo de sol que a planta pode suportar sem que se queime, principalmente na época de brotação, mas cuidado. Demais época, luz indireta moderada.
Adubação:
Um tema que indica cuidado. Temos o seguinte costume: a planta não cresce e nem floresce, adubo nelas, achando que, como num passe de mágica a planta fique lindona e com bela floração. Nem sempre é assim, devemos analisar se estamos dando as condições mínimas para que ela se desenvolva satisfatoriamente. Evite adubações milagrosas, não existem.
Para esta Coelogyne, pode ser usado o mesmo adubo de uso comum a todas as plantas, aplicações constantes ou periódicas, desde que usado com cautela e sem exageros, principalmente na época de brotação.
Pragas e doenças:
Pragas: Normalmente a planta é tolerante a insetos sugadores, caso apareça, aplique um inseticida caseiro (cuidado no manuseio).
Doenças: aqui, pode ser problema. Normalmente podem aparecer pintas negras ou machas negras nas folhas, indicando excesso de umidade ou outro tipo de fungo.
Neste caso, isole a planta e aplique um fungicida de seu conhecimento (cuidado no manuseio).
Obs.
Assim como a maioria das Coelógynes, sugerimos cultivar em vasos ou caixeta de madeira desde que deixe muito espaço livre para a planta crescer por alguns anos.
Não toleram replantes e evite fazer divisão para produção de mudas, sendo que em alguns casos, deixam de florescer por até 2 anos.
Somente replante quando achar que a planta está muito amontoada no vaso.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Pragas e doenças parte 4- Cochonilhas
Cochonilhas - Colônia de pequenos insetos de cor branca ou parda
Entre as cochonilhas são assinaladas dezenas de espécie – todas sugadoras que causam enormes estragos às plantas.
COMBATE: Pequenos ataques podem ser erradicados com a larva da planta, principalmente na parte atacada, com água corrente e sabão neutro, usando-se uma escova dental macia. Quando o ataque for maior, devemos usar inseticida misturado a óleo miscível.
Doenças e pragas parte 3- Pulgões
Pulgões
Insetos ápteros e alados.
Os pulgões são pequenos insetos alados, que têm extraordinária capacidade de reprodução e sugam a seiva das plantas.
Podem ser de colorido verde, amarelo, pardo ou negro.
Sua infestação pode proporcionar danos e deformações nos brotos e folhas.
Geralmente são levados para as plantas pelas formigas.
COMBATE: Inseticidas líquidos ou em pó combate-os com eficácia.
Doenças e pragas parte 2- “Percevejo das orquídeas” - Thentecoris
PRAGAS
.
Considerado o “inimigo n° 1” das orquídeas, tal o estrago que causa às plantas. Além da anemia causada pela sucção da seiva, suas picadas podem transmitir vírus. Ele ataca principalmente folhas mais novas das Cattleyas, Epidendruns, Laelias e Sophronitis, quando aparecem pequenas manchas arredondadas, de cor amarela, que contrasta com a cor verde das partes não tingidas. Eles andam em bandos, atacando à noite. Durante o dia, podemos notá-los quando, a qualquer movimento, fogem para a parte inferior das plantas. Para combater pode-se um bom inseticida sistemico para erradicá-los com sucesso.
Mais se quiser optar por algo mais orgânico e menos nocivo a saúde, pode seguir a receita do orquidólogo Darly Machado, no livro “Orquídeas – Pragas e Doenças”, sugere algo mais orgânico no combate a insetos em nossos orquidários com a “CALDA DE ALHO, considerada repelente de insetos, fungos, bactérias e nematóides. Para o preparo dessa calda, use três dentes de alho esmagados, uma colher das de sopa com raspas de sabão de coco e um litro de água destilada quente. Misture bem todos os ingredientes até que as raspas de sabão dissolvam-se, coe. Em seguida, com essa calda esfriada, pulverize de imediato toda a planta. Caso a infestação seja alta, deixe a planta imersa nesta solução”.
Considerado o “inimigo n° 1” das orquídeas, tal o estrago que causa às plantas. Além da anemia causada pela sucção da seiva, suas picadas podem transmitir vírus. Ele ataca principalmente folhas mais novas das Cattleyas, Epidendruns, Laelias e Sophronitis, quando aparecem pequenas manchas arredondadas, de cor amarela, que contrasta com a cor verde das partes não tingidas. Eles andam em bandos, atacando à noite. Durante o dia, podemos notá-los quando, a qualquer movimento, fogem para a parte inferior das plantas. Para combater pode-se um bom inseticida sistemico para erradicá-los com sucesso.
Mais se quiser optar por algo mais orgânico e menos nocivo a saúde, pode seguir a receita do orquidólogo Darly Machado, no livro “Orquídeas – Pragas e Doenças”, sugere algo mais orgânico no combate a insetos em nossos orquidários com a “CALDA DE ALHO, considerada repelente de insetos, fungos, bactérias e nematóides. Para o preparo dessa calda, use três dentes de alho esmagados, uma colher das de sopa com raspas de sabão de coco e um litro de água destilada quente. Misture bem todos os ingredientes até que as raspas de sabão dissolvam-se, coe. Em seguida, com essa calda esfriada, pulverize de imediato toda a planta. Caso a infestação seja alta, deixe a planta imersa nesta solução”.
Doenças e pragas parte 1
E PRAGAS
.
Em geral, as medidas preventivas são sempre mais baratas do que as curativas. Assim, as primeiras providências são:
• Manter telados e estufas completamente limpos, tanto em relação ao meio ambiente, quanto às plantas;
• Evite ter nesses locais outras plantas ornamentais de pequeno ou médio porte, árvores ou arbustos. Eles são hospedeiros e futuros vetores para a transmissão de doenças e pragas;
• Também é aconselhável a limpeza em volta dos telados. Orifícios, desníveis no solo, acúmulo de lixo, buracos na parede, pilhas de vasos velhos, xaxim usado, todas essas coisas servem de abrigo para insetos e como depósitos de esporos de fungos;
• Para limpar pode-se usar: rastelos, que retiram o resto da matéria orgânica em geral, e as vassouras, que completa o trabalho (que deverá ser semanal ou, na medida do bom-senso, toda vez que for necessário);
• As bancadas devem ser limpas com escovas, água e sabão, fazendo-se inicialmente uma lavagem geral. A seguir, pinte-as (usando um pincel comum), com pasta fungicida de sua preferência. Se quiser, anote esta receita: 1 quilo de fungicida, 1 quilo de cal virgem queimado, meio quilo de inseticida em pó molhável a 50% para 10 litros de água. Outro bem produto é o hipoclorito de cálcio, numa solução aquosa a 10%. Outros produtos à base de cloro, encontrados facilmente no mercado, podem ser utilizados para a desinfecção das bancadas;
Tomados esses cuidados iniciais com relação à prevenção contra fungos e insetos. Devemos dar atenção às plantas, pulverize-as, menos no inverno, num intervalo de 60 a 90 dias com inseticidas e fungicidas. Muito cuidado com esses produtos.
.
Assinar:
Postagens (Atom)









